Dizia Brandy, uma das divas da minha adolescência:
Everybody knows, almost doesn’t count.
Sempre me recordo dessa musica porque já tive alguns quases na minha vida. Fico pensando se, talvez, eu esteja vivendo outro quase. Tenho me convencido que sim. Na verdade essa sensação vem da idéia crescente de que os acontecimentos não estão mais acompanhando o meu ritmo e que minha cabeça está lá na frente, muito além das realidades. Perdi as rédeas, o freio e o bom senso. Me peguei algumas vezes querendo ouvir coisas não ditas, viver coisas impossíveis, e estar em lugares que não existem. Me peguei falando frases que não deveria, sonhando coisas e vivendo só de pensamento. E com isso tenho me visto frustrado, insatisfeito, sofrendo por antecipação. Tenho admitido sentir faltas de coisas que não pertencem a minha vida, hoje.
Fazer o que. O quase não conta, é verdade. Mas viver de quases é também viver.
17/06/2011 às 0:05 |
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18/06/2011 às 1:20 |
Como eu disse perdi os dados mas acho que era mais ou menos isso:
Que tinha escrito um post depois de trabalhar horas, com sono e ouvindo TIME do HANS ZIMMER de forma exaustiva.
Que tava puto pois submeti e ele foi pro espaço…! Try again…
Que: “Depois de ouvir de forma impiedosa a trilha de Inception (TIME especificamente) eu me deparo com o seu post e a seguinte informação “e estar em lugares que não existem” e fico com medo, muito medo pois sempre é para lugares esquisitos que essa TRILHA I-N-C-R-I-V-E-L- do Hans Zimmer me leva.
E por último Que: sentir SAUDADE E OU “Tenho admitido sentir faltas de coisas que não pertencem a minha vida” quase sempre, quase sempre, quase sempre são sentimentos de coisas/pessoas que não existem mais. De uma certa forma. Quase sempre.
Acho que era isso. Culpa do Hans, culpa do sono. rs.